domingo, 9 de setembro de 2018
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Comunicado do cabo José Maria Bettencourt
"Na sequência da notícia
lançada hoje no Farpas Blogue, que noticiava uma futura transição de Cabo, e o
posterior comunicado do GFA Aposento da Moita, venho pessoalmente esclarecer os
mesmos de maneira a evitar mal entendidos.
O cenário de transição foi,
depois de muita ponderação uma intenção minha, que mais tarde foi então
conversada com o grupo actual tendo em vista uma preparação para tal ocorrência
e permitindo a melhor sucessão possível de
maneira a salvaguardar os interesses do GFA Aposento da Moita.
A
razão de não existir nenhum sucessor, tal como foi noticiado, provém do facto
de o grupo ter como intenção uma preparação de vários elementos para que mais
tarde se possa então proceder à eleição de um futuro Cabo e pelo facto de esta
intenção ser bastante recente e o grupo querer proceder a uma transição natural
e cuidadosa.
Os
rumores surgiram de facto de uma conversa entre o Miguel Alvarenga e dois ex
Cabos do Grupo (José Manuel Pires da Costa e João Simões), que segundo sei
confirmaram a minha intenção mas sem anunciar um sucessor ou qualquer data para
tal acontecimento.
Apresento
também as minhas desculpas pelo facto de ter contribuído para algum mal
entendido, no que toca ao facto de não ter anunciado esta intenção
publicamente, no sentido de proteger o Grupo e permitir uma transição calma,
serena e absolutamente interna o que veio a provar-se impossível.
O
Miguel Alvarenga, enquanto jornalista e amigo, sempre respeitou o GFA Aposento
da Moita e ele próprio também assumiu o erro de não ter contactado o Cabo, nem
o Leonardo Mathias para confirmar o rumor.
Quero
com este comunicado esclarecer os mal entendidos, e contribuir assim para o bom
ambiente na Tauromaquia e assegurar que não existem quaisquer tipo de
ressentimentos com nenhum dos intervenientes neste episódio.
Deixo
ainda esclarecido que o ambiente vivido no GFA Aposento da Moita é o mais
saudável.
José Maria Bettencourt"
sexta-feira, 8 de junho de 2018
A corrida da Feira de Maio, por Diogo Perdigão
Inicio esta crónica
com um especial agradecimento ao nosso grande amigo “Bão”, que tão
simpaticamente nos acompanha sempre e dá voz e visibilidade ao grupo através do
seu Blog, e que me convidou a escrever estas linhas.
A tarde era
de especial emoção para mim, pois foi a última tarde que me vesti de forcado
enquanto elemento activo e uma vez mais repetia-se a efeméride do aniversário
do Glorioso Aposento da Moita.
| Diogo Perdigão |
O cartel
composto por seis cavaleiros confessemos que não era o grande atractivo, mas a
repetição dos toiros de Veiga Teixeira e a alternância em praça com os forcados
amadores da Moita foi o que mais expectativa deixava pairar.
O grupo
estava muito motivado, repleto de novos elementos, com “ganas” da oportunidade
chegar, e para três deles chegou neste dia. O Marco Ventura e Filipe Santos e o
Ivan tiveram a graça de se poderem fardar pela primeira vez em tão nobre praça
como é a Daniel do Nascimento. Espero que continuem a valorizar e a sentirem-se
sempre responsáveis pela jaqueta que vestem e que têm o peso de 43 anos aos
ombros. Certamente serão bem sucedidos e o cabo Zé Maria contará convosco por
muitas temporadas.
Dos três
toiros que nos tocaram em sorte, o primeiro “astado” com o peso de 470kg, negro
de capa, foi pegado pelo cabo José Maria Bettencourt. O exemplo vem de cima e
como tão bem o conhecemos não nos espanta estes detalhes do Zé Maria. Com um
cite calmo e tranquilo, com o grupo cá atrás, carregou o toiro quando decidiu,
recuou ao compasso do toiro e reuniu de uma forma dura com o toiro a por a cara
alta mas em que o grupo prontamente ajudou e fechou sem grandes dificuldades. Estava
assim dado o exemplo com o primeiro toiro pegado à primeira tentativa.
Ao segundo
toiro pegado pelo nosso grupo, saltou o Leonardo Mathias, conhecido por todos
nós como Tato. Com um cite a mandar cá de trás, a deixar-se ver e a citar de
frente, carregou no sítio em que quis mandar vir, recuou e reuniu com superior
técnica. Bem ajudado pelo grupo, em especial nas segundas e terceiras ajudas,
foi consumada a pega ao primeiro intento.
Para
encerrar a nossa actuação pegou o Rúben Serafim. A vontade de fechar com chave
de ouro era enorme mas tal não se verificou, resultando em seis tentativas para
que o grupo tivesse a pega como consumada. O toiro cresceu, ganhou sentido e
complicou a tarefa principalmente aos ajudas, terminando a pega com pouco
brilhantismo de forma sesgada, mas com enorme valentia demonstrada pelo nosso
“Broas”.
O prémio em
disputa para a melhor pega foi entregue ao grupo rival, na sua primeira pega.
Consumaram as suas duas primeiras pegas ao primeiro intento e a terceira à
quinta tentativa.
E como as
corridas só terminam no jantar, seguiu-se um jantar cheio de ambiente com
convidados, amigos e namoradas, em que se provou que o grupo está firme e com
“sede” de triunfos que certamente acontecerão vários ao longo da temporada.
Já com
saudades, agora só posso garantir que continuarei por perto e a garantir que
hei-de acompanhar sempre que possa o melhor grupo do mundo por estas praças
fora com o orgulho imenso de ter vestido a nossa jaqueta!
Pelo Ap
Moita!
Vai acima,
vai abaixo
Vai ao meio
e Bota abaixo!
Diogo
Perdigão
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